Banda Papangu mistura ciranda, forró, metal extremo e rock progressivo na atmosfera do terceiro álbum, 'Celestial'

  • 24/07/2026
(Foto: Reprodução)
A banda paraibana Papangu lança o terceiro álbum de estúdio, 'Celestial', em 7 de agosto, dia em que inicia turnê pela Europa Rodolfo Salgueiro e Helder Bruno / Divulgação ♫ NOTÍCIA ♬ Banda paraibana que transita entre o metal extremo e rock progressivo, com o tempero da brasilidade de gêneros nordestinos como a ciranda e os ritmos forrozeiros, Papangu investe nessa mistura no terceiro álbum de estúdio, “Celestial”, programado para ser lançado em 7 de agosto com dez músicas autorais e com capa que expõe arte criada por Juliana Lapa. Com edição prevista nos formatos físicos de LP, CD e até fita cassete, além da edição digital, “Celestial” sucede os álbuns “Holoceno” (lançado em 2021 com metal de atmosfera apocalíptica) e “Lampião rei” (editado em 2024 com narrativa calcada em realismo mágico sobre o cangaço) na discografia do grupo formado em 2012 em João Pessoa (PB). “Celestial” é o último álbum da Papangu com o baterista e percussionista Vitor Alves na formação, já que o músico deixou a banda neste ano de 2026 e foi substituído por George Alexandria. George se juntou aos dois remanescentes da formação original da banda, Hector Ruslan (voz e guitarra) e Marco Mayer (voz e baixo), como já tinham feito há quatro anos o multi-instrumentista Pedro Francisco (desde 2022) e o tecladista Rodolfo Salgueiro (também desde 2022). Como “Celestial” foi gravado em 2025, o álbum ainda conta com Vitor Alves, que tinha entrado na banda em 2022 no lugar do baterista original, Nichollas Jaques. Agendado para o mesmo dia 7 de agosto em que o quinteto (já com George Alexandria na formação) inicia turnê na Europa que prevê 16 apresentações até 29 de agosto, o álbum “Celestial” foi gravado por Richard Behrens de forma inteiramente analógica entre 2 e 10 de setembro de 2025 no Big Snuff Studio em Berlim, na Alemanha, com repertório formado pelas músicas “Mau-olhado”, “Colosso”, “Taxidermia”, “Bode expiatório”, “Celeste”, “Fechamento”, “Calado (de olho)”, “Iamanakaru”, “Afirmação” e “Outro”. Além de ter gravado o álbum em fita magnética de duas polegadas, com arsenal de equipamentos vintage usados para evocar timbres de discos das décadas de 1960 e 1970, Richard Behrens também assina a mixagem de “Celestial”, o primeiro álbum da banda Papangu editado pela gravadora carioca Deck. Já a masterização e o corte foram feitos por Sidney Claire Meyer nos Emil Berliner Studios, também em Berlim, Alemanha. Capa do álbum 'Celestial', da banda Papangu Arte de Juliana Lapa

FONTE: https://g1.globo.com/pop-arte/musica/blog/mauro-ferreira/post/2026/07/24/banda-papangu-mistura-ciranda-forro-metal-extremo-e-rock-progressivo-na-atmosfera-do-terceiro-album-celestial.ghtml


#Compartilhe

Aplicativos


Locutor no Ar

Top 10

top1
1. The Cure

OLIVIA RODRIGO

top2
2. Até Quando Esperar

PLEBE RUDE (Ft Hebert Vianna)

top3
3. In The Stars

ROLLING STONES

top4
4. I Feel So Free

MADONNA

top5
5. Liga Pra Mim

CAPITAL INICIAL

top6
6. Free To Love

DURAN DURAN

top7
7. Olhar de Quem Não Presta

DUDA BEAT

top8
8. Nothing Can Come Between Us

SADE

top9
9. Carry The Weight

HALSEY

top10
10. Spooky (sub 12")

NEW ORDER


Anunciantes